Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Trinta por uma linha

Trinta por uma linha

Por que te quero?

11.04.19 | António Mota | comentar
De hoje em diante, semanalmente, dou-vos a conhecer um pouquinho da minha estória, um romance em que tenho vindo a trabalhar há algum tempo e que decidi começar agora a partilhar. Espero que seja do vosso agrado. Capítulo I  Laura Parte I Dizem que é o amor que (...)

O fruto do Amor

14.02.19 | António Mota | ver comentários (2)
É difícil falar dele sem recorrer a lugares-comuns e a clichés, tal é a vulgaridade com que frequentemente é tratado. Ainda assim, arrisco-me a falar um pouco mais e talvez a dizer o que já, por inúmeras ocasiões, foi referido. É incontestável o poder do amor. Ele (...)

Memento mori

12.11.18 | António Mota | ver comentários (3)
Poucas expressões têm capacidade para ter tanto impacto nas nossas vidas. A consciência de que somos seres que, mais cedo ou mais tarde, vamos encarar o nosso fim, ao invés de nos deixar abatidos pela nossa vulnerabilidade e finitude, deve-nos libertar dos nossos medos (...)

Carta aberta à minha esposa

14.02.18 | António Mota | ver comentários (8)
  Seria fácil simplesmente dizer que te amo, já que as palavras fogem da boca, quase sem querer. Seria ainda mais fácil encher-te de presentes, pois mereces cada um deles e todos os outros que te pudesse dar. Também poderia simplesmente oferecer-te a mais bela e (...)

What are the most valuable things everyone should know?

25.01.18 | António Mota | comentar
  Tell the truth.  Do not do things that you hate.  Act so that you can tell the truth about how you act.  Pursue what is meaningful, not what is expedient. If you have to choose, be the one who does things, instead of the one who is seen to do things. Pay attention. A (...)

O tributo a uma lenda que partiu

18.05.17 | António Mota | ver comentários (6)
  Chris Cornell, um dos grandes intérpretes da música grunge que reinou na década de 90 e que influenciou e continua a influenciar as gerações seguintes faleceu a noite passada.   Fica aqui o meu tributo a uma voz inigualável, presente em músicas inesquecíveis.    

As pedras da calçada

09.05.17 | António Mota | ver comentários (8)
Quando, por altura da Páscoa, me encontrava a confessar, tendo a conversa passado pelas dificuldades que por vezes encontramos na nossa vida e que nos são tão difíceis de ultrapassar, o meu confessor confessou-me que costuma dar uma prenda muito especial a todos os (...)

A ironia dos seres limitados

21.04.17 | António Mota | ver comentários (5)
  É uma questão recorrente falarmos dos nossos limites. Não raramente assumimos que somos limitados, imperfeitos e frágeis. Arriscarei a dizer que está até um pouco em voga falar dos nossos limites e aprender a aceitá-los, como se fosse algo que nos é inerente. (...)