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Trinta por uma linha

A natureza dos nossos objetivos

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Tenho vindo a falar da importância de estabelecermos objetivos na nossa vida. Eles são, como já referi, autênticos faróis que trazem um sentido autêntico à nossa vida e nos fazem navegar com um rumo bem definido. Sei que a maior parte das pessoas têm objetivos para a sua vida. Uns mais bem definidos, outros nem tanto, uns mais nobres, outros mais mundanos. Há toda uma vasta variedade de objetivos, tendo todos a mesma finalidade, o alcance de um bem-estar que nos traga felicidade para a nossa vida. 

Ora, hoje, apetece-me falar um pouco sobre a natureza desses objetivos. 

Quando escolhemos os objetivos, há que realçar que devemos pensar em algo nobre, algo que não se encerre em nós mesmos, mas que, uma vez atingidos, traga também o benefício a outras pessoas. Sem querer julgar objetivos alheios, não posso deixar de referir que, na minha mais sincera opinião, objetivos que se centrem na obtenção de algo material e supérfluo, vão-nos trazer um sentido de realização imediato, mas que rapidamente se vai desvanecer e nos vai deixar rapidamente insatisfeitos à procura de algo mais. Penso que não haverá grande discussão relativamente a este assunto. Quanto mais nobre e amplo for o meu objetivo, mais difícil será de atingir, mais mudanças terá de acarretar, no entanto, maior será o prémio e a consolação, pois mais realizados nos sentiremos. 

Passando para a prática, vou apresentar dois exemplos da minha vida. Eu sou uma pessoa que dá valor às aparências. Considero que a imagem que transmitimos aos outros tem um papel importante no nosso dia-a-dia e por isso gosto de gastar dinheiro em roupa, tecnologia, se pudesse, carros, etc. Dessa forma, assumo que um dos objetivos da minha vida tem a ver com a obtenção de uma situação financeira que me permita atingir esses desejos. Por outro lado, outro dos meus grandes objetivos de vida, talvez o principal neste momento, passa por fazer a minha esposa feliz. Gosto de a ver sorrir e sinto-me contente quando vejo que ela anda realmente feliz. 

Pois bem, quando compro uns sapatos novos, uma camisa nova, ou até um telemóvel fico satisfeito e sinto-me realizado. No entanto, passado uns meses, quero outros sapatos, outra camisa e outro telemóvel. A satisfação é passageira. Por outro lado, quando vejo que consigo dar à minha esposa um estilo de vida que a deixa feliz, quando as minhas ações vão de encontro às ideias dela em relação ao que queremos para a nossa vida em comum, o sentimento de felicidade é muito maior, sentindo-me muito mais realizado e durante muito mais tempo. 

Ainda assim, são apenas dois pequenos exemplos do que podem ser objetivos de vida. O importante é perceber que quanto mais nobres os nossos objetivos forem, quanto mais incluírem o nosso próximo, melhor nos sentiremos e a sensação de realização mais duradoura será!

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